25 de out. de 2024

Tudo está coberto de neve e sangue

 Á algo de novo beirando o ar
E estou sentindo as águas de novembro chegarem varrendo toda a imensidão do meu ser 
Estou diante da vida e a morte dos meus sentimentos pela a vida e a morte dos meus desejos
Tudo está coberto de neve e sangue
Por causa de atitudes e decisões arriscas ousadas e infernais 
Parasitas que atormenta meus pensamentos algo jamais desejável para ninguém sentir essas sensações
Fazer parte da viagem não quer dizer que você seja um viajante
Focarei na imensidão que é o meu ser ou o vazio que agora é só eu
Disparei até não aguentar mais minha euforia e o meu prazer

E o que sobrou de mim foi o que?
Nada além de mim mesmo.
Tudo é uma sensação da carne e do meu ser voltado a imensidão da minha alma
Que grita toda noite por explicações que jamais saberei ao certo o que realmente seria
Tudo que eu acreditei se voltou contra a minha vida, e a minha jornada aqui, por que foi? Incompetência da minha sabedoria?
Jogo essas palavras ao vento agora a procura de respostas e de caminhos
E que tudo que foi feito que seja realmente como deveria ter sido
Fui forte até o quanto deu pra mim ser forte
E eu só queria que você fosse conivente também em suas atitudes.
Para que pudéssemos viver uns míseros anos nessa vida.
Vou em busca do que eu acredito ou do que sou agora
Será se perdi?
O que realmente sou? Perguntas nunca vão mim mostrar do que eu sou feito
Talvez só agora eu entenda o verdadeiro motivo de te conhecer.